Blog Bizut https://blog.bizut.com.br Blog do bizut sobre rh Mon, 28 Dec 2020 16:13:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.23 https://blog.bizut.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2020/02/cropped-bizut-1-32x32.png Blog Bizut https://blog.bizut.com.br 32 32 Você conhece a jornada de 4 dias de trabalho e 3 de folga? https://blog.bizut.com.br/voce-conhece-a-jornada-de-4-dias-de-trabalho-e-3-de-folga/ https://blog.bizut.com.br/voce-conhece-a-jornada-de-4-dias-de-trabalho-e-3-de-folga/#respond Mon, 28 Dec 2020 16:13:25 +0000 http://blog.bizut.com.br/?p=3097 Sim, isso mesmo que você leu! E essa jornada já está avançando por todo o mundo. Empresas como a Microsoft e a Unilever já testam esse modelo. Aqui no Brasil uma startup já está aderindo a jornada.

Segundo um estudo da revista científica The Lancet já era observado que para uma vida saudável, o ideal é trabalhar menos de 40 horas semanais, o que pode até mesmo reduzir os riscos de infarto.

Tendo isso em vista, algumas empresas estão adotando essa jornada que para todos os trabalhadores pode ser um sonho. A Crawly é a startup brasileira que adotou esse modelo, oferecendo aos seus funcionários uma jornada de trabalho de 32 horas semanais, enquanto a normal é de 44 horas semanais. 

Pedro Naroga, fundador da Crawly acredita que pessoas mais felizes, descansadas e saudáveis produzem mais no ambiente de trabalho. Além disso, essa é uma forma de atrair mais funcionários à empresa.

A empresa em 2019 teve uma única demissão, uma vez que seus funcionários estavam trabalhando com mais disposição e com melhora na performance.

Outras empresas já implementaram e vão implementar, como no caso da Microsoft e da Unilever, no caso a Unilever irá aplicar como teste em 81 funcionários.

Fonte: Você S/A

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O que fazer para priorizar a saúde mental dos funcionários? https://blog.bizut.com.br/o-que-fazer-para-priorizar-a-saude-mental-dos-funcionarios/ https://blog.bizut.com.br/o-que-fazer-para-priorizar-a-saude-mental-dos-funcionarios/#respond Wed, 02 Dec 2020 16:37:52 +0000 http://blog.bizut.com.br/?p=3094 Chegando ao fim desse ano atípico, a cobrança por resultados pode ser ainda maior. O que o RH de uma empresa pode exercer em busca de priorizar a saúde mental dos colaboradores e evitar o surgimento da Sindrome de Burnout, que pode ocorrer com o excesso de cobranças e ações?

Não havia uma preparação psicológica e mental para as consequências que a pandemia trouxe, logo todos nós precisamos nos adaptar de forma breve à nova realidade. Dito isso, gestores precisam compreender e estarem atentos às consequências de tudo isso na saúde mental e psíquica de seus funcionários.

Como lidar com o esgotamento dos colaboradores? Essa é uma dificuldade que o RH das empresas vem enfrentando desde o início da pandemia.

“Foi necessária muita energia para enfrentar tudo que aconteceu até aqui. Funcionários em home office. Crise econômica. Famílias compartilhando espaço para trabalho e estudo. Desafios e incertezas sobre o futuro e todos os impactos disso”, diz a psicóloga Nayara Teixeira.

A Síndrome de Burnout é o nome que se dá à esse “esgotamento” causado nos profissionais que mencionamos anteriormente. Os sintomas é a exaustão física e psíquica, causando lapsos de memória, variações no humor, e até mesmo sintomas físicos além do cansaço, como por exemplo enjoos.

“Tanto a liderança, quanto os colaboradores estão vivendo uma nova realidade em que enfrentam desafios que não eram esperados. Todos precisam entender essas diferentes perspectivas e traçar um plano comum para melhorar a qualidade de ambos”.

Diante de dificuldades, é normal que gestores cobrem mais. Porém como agir de forma que essa cobrança seja feita de forma que não afete a saúde de seus funcionários? Estimulando momentos de cuidado com a saúde mental, oferecendo auxilio à terapia, e outros recursos são os indicados.

“Nos últimos anos vimos um crescimento da preocupação com a psicológico das pessoas. Isso também é uma realidade no mundo corporativo. Sabemos que funcionários mais felizes não só produzem mais, mas lidam melhor com adversidades”.

Fonte: Jornal Contábil

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Quais as principais tarefas do Departamento Pessoal? https://blog.bizut.com.br/quais-as-principais-tarefas-do-departamento-pessoal/ https://blog.bizut.com.br/quais-as-principais-tarefas-do-departamento-pessoal/#respond Mon, 30 Nov 2020 18:59:06 +0000 http://blog.bizut.com.br/?p=3091 No nosso Instagram já falamos sobre as diferenças entre os setores de DP e RH. Podem até parecer a mesma coisa, porém cada um tem deveres diferentes. O RH é responsável em recrutar novos talentos compatíveis com a empresa, além de avaliar o desempenho de seus colaborares. Já DP soluciona questões mais burocráticas relacionadas aos funcionários.

Dito isso, quais são as tarefas primordiais de um profissional em Departamento Pessoal?

Conhecimento da CLT

É necessário ter conhecimento da Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT, e as leis trabalhistas no geral. Acompanhar as eventuais modificações também é necessário, em vista de permanecer atualizado.

Contratos

Contratos e todo o processo de contratação. Tais como o registro na carteira de trabalho, a emissão de crachá do colaborador e dentre outros.

Folha de Pagamento e Férias

Todos os cálculos referentes a salários mensais e outros benefícios, como por exemplo o plano de saúde, vale-alimentação e transporte, participação nos lucros e resultados e etc.

Além disso, esse profissional também cuida das férias dos colaboradores. Todo o planejamento e organização das datas de férias, estabelecimento de datas e remuneração é visto pelo Departamento Pessoal.

Taxas e Contribuições

FGTS e demais tributos associados à carteira de trabalho do funcionário, são do controle do DP. Eles também possuem relação direta com sindicatos e outras entidades trabalhistas.

Fonte: Jornal Contábil

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Se adaptando às mudanças do mercado de trabalho https://blog.bizut.com.br/se-adaptando-as-mudancas-do-mercado-de-trabalho/ https://blog.bizut.com.br/se-adaptando-as-mudancas-do-mercado-de-trabalho/#respond Wed, 25 Nov 2020 17:54:29 +0000 http://blog.bizut.com.br/?p=3088 Você conhece a geração Alfa? Esse é o nome que se dá àqueles que nasceram a partir do ano 2010. Essa é a geração que é 100% digital, que vê tudo através de telas, seja elas de smartphone, tablets…

Essa geração ainda não está no mercado de trabalho, tendo em vista que hoje o mais velho dessa geração tem 10 anos, porém no futuro eles estarão atuando no mercado de trabalho, e com isso há uma tendencia de mudança de comportamento nas organizações.

Esses indivíduos possuem a tecnologia como seu braço direito, são atentos e preocupados ao meio ambiente. Eles tendem a ter relações menos próximas, e almejarão buscar o balanço entre a vida pessoal e profissional.

Olhando para o mercado de trabalho, podemos ver claramente uma evolução tecnológica em todos os setores e de forma rápida, o que traz como consequência um atraso na adaptação e crescimento dos profissionais. Isso resulta em escassez de mão de obra.

“A economia digital deixará 30% de pessoas desqualificadas em 2030” segundo previsões de Rainer Strack da Boston Consulting Group. E além disso, segundo o Fórum Econômico Mundial, até 2025 50% do trabalho hoje realizado por humanos, passará a ser feito por máquinas.

Dito isso, qual a solução para àqueles que vieram antes da Geração Alfa? Certamente diria que o aprendizado e adaptação são o caminho!

Independentemente de qual geração somos, precisamos que nossa curva de aprendizado seja mais ágil. Precisamos aprender à todo momento, e aprender de forma rápida. Com isso, surge novas escolas oferecendo graduações por um período de estudo mais curto, agilizando o processo. A própria Google anunciou que irá oferecer cursos de graduação de seis meses.

Além de aprender, como se adaptar? Para melhorar suas habilidades digitais, faça um plano nesse sentido, pesquise o que existe de cursos para sua área focados no digital. Busque conhecimento, exercite seu cérebro, se aprofunde no tema todos os dias. Para evoluirmos como profissionais, devemos sempre nos adaptarmos.

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Como se tornar uma empresa considerada ‘Great Place To Work?’ https://blog.bizut.com.br/como-se-tornar-uma-empresa-considerada-great-place-to-work/ https://blog.bizut.com.br/como-se-tornar-uma-empresa-considerada-great-place-to-work/#respond Thu, 19 Nov 2020 18:31:03 +0000 http://blog.bizut.com.br/?p=3085 O GPTW – Great Place to Work, é um ranking que classifica as melhores organizações para trabalhar, em cima da experiência de seus funcionários.

Esse é um título que muitas empresas almejam, e para conquista-lo há alguns critérios que são considerados, como práticas pela qualidade de vida dos colaboradores, políticas e ações contra assédio moral, promoção da diversidade no quadro de de funcionários e dentre outros.

E como é avaliado esses critérios mencionados? Através de pesquisas de clima, medindo a qualidade do ambiente de trabalho, além da coleta de comentários dos funcionários do local, e também analisando as práticas culturais da empresa.

Mas e como se preparar para obter esse título? Em matéria à Folha, a gerente de RH da KingHost, empresa de médio porte que está no ranking, conta sobre boas práticas para àqueles que querem se candidatar ao prêmio.

Segundo Fernanda Pauletti, a gerente de RH da Kinghost, o primeiro passo é iniciar uma avaliação dos resultados da pesquisa anterior, criando então planos de ações em relação aos pontos de atenção observados.

Ela também levanta um ponto importante, como o de promover ações visando a manutenção da relação de confiança e transparencia entre colaboradores e empresa.

A estratégia da Kinghost para entrar no ranking da GPTW, segundo Fernanda, está focada nos seguintes pontos:

  • Elaborar e cultivar relações de confiança
  • Gestão e RH atuando em conjunto
  • Manter e aprimorar a cultura para a satisfação dos colaboradores

Outro ponto essencial, é o de dar ouvidos aos colaboradores, essa é a grande base para proporcionar as melhorias necessárias, uma vez que dessa forma, é possível executar a inclusão de novos benefícios e práticas.

Ações dentro de certo contexto também são boas práticas à serem seguidas. Por exemplo, em um cenário de pandemia e isolamento social, o benefício de apoio psicológico é uma ação à ser tomada visando o bem estar de seus colaboradores.

Uma empresa com postura de People Centric, é uma empresa que tem como cultura que tem como essência manter o humano no centro, logo, tem a participação de todos os colaboradores nas tomadas de decisão. Essa é uma cultura adotada por algumas empresas rankeadas no GPTW.

O foco é no colaborador, logo, sempre será sobre ouvi-lo e promover as melhorias e ações que podem proporciona-los bem estar.

Fonte: Folha Dirigida

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Como cuidar do funcionário que está enfrentando um período de luto? https://blog.bizut.com.br/como-cuidar-do-funcionario-que-esta-enfrentando-um-periodo-de-luto/ https://blog.bizut.com.br/como-cuidar-do-funcionario-que-esta-enfrentando-um-periodo-de-luto/#respond Tue, 17 Nov 2020 15:54:00 +0000 http://blog.bizut.com.br/?p=3071 Enfrentamos hoje uma pandemia que devasta milhares de famílias com a perda de entes queridos. Como empresa, o que pode ser feito para cuidar e acolher aquele funcionário que enfrenta a dor do luto?

A psicóloga Mariana Clark, especialista em luto e que trabalha em apoio às famílias das vítimas do rompimento da barragem de Vale – Brumadinho, explicou à uma reportagem da Você RH que existe hoje uma sensação de falência em relação ao mundo em que conhecíamos, uma vez que há perdas financeira, de liberdade, convívio social, interrupção de planos e projetos, além da morte de pessoas queridas.

Há um tabu quando o assunto é morte. Não sabemos como nos portar à um amigo querido quando ele precisa desse apoio, mesmo quando apenas queremos passar uma mensagem de conforto. Em um ambiente de trabalho esse tabu ganha um peso ainda maior, uma vez que o colaborador sente a pressão de não demonstrar emoções e sentimentos que o façam transmitir uma mensagem de vulnerabilidade e fraqueza, segundo uma observação do psicologo Bernardo Leite Moreira. coordenador da pesquisa Melhores Práticas para Lidar com o Luto no Ambiente Profissional.

Com a pandemia e toda as consequências que ela nos traz, a preocupação com a saúde mental triplicou, e não seria diferente em relação à forma que as empresas se preocupam com a saúde mental de seus funcionários. Com isso, muitas companhias estão indo além do previsto na CLT, que garante três dias de licença na morte de um familiar, e acabam dando mais dias de afastamento, além da entrega de um auxílio-funeral e coroa de flores, por exemplo.

Algumas companhias vão ainda mais além, como o caso de uma empresa de engenharia que elaborou um projeto de encontros virtuais para discutir diversas pautas emotivas. No encontro realizado que tinha como tema o luto, houve uma efetividade de 40% dos funcionários. “O luto afeta a pessoa em suas capacidades cognitiva, psicológica e física. Quanto mais acolhidos os profissionais se sentirem em um momento difícil como esse, mais depressa vão estar prontos para retomar o trabalho”, diz a psicóloga Valeria.

Ainda sob analise da psicóloga Valeria, o retorno às atividades de trabalho pode ser um bom refúgio para aliviar a dor do luto, uma vez que é uma forma de retornar à vida antes da perda. Em contrapartida, outros preferem se recolher neste momento. Por isso, não há um certo ou errado nessa situação, e o ritmo de retorno às atividades devem ser acordadas com o gestor, porém sem cobranças ao funcionário.

Uma empresa de shopping centers passou a oferecer aos seus funcionários, até 10 sessões de terapia à aqueles que perderam um familiar para a covid-19. Além disso, essa mesma firma fechou uma parceria com o Centro de Valorização da Vida para a criação de grupos com o intuito de dialogar temas relacionados à medos e emoções causadas por conta da pandemia. Após adotarem essas ações, a pesquisa de clima realizada pelo RH da mesa, indicou um nível de satisfação superior aos anteriores.

Há práticas que exigem atenção de todos em momentos como esse, por exemplo, não é bacana excluir um colega enlutado de uma ação ou projeto em prol de respeitar o momento dele. Apesar de ser com boas intenções, o desejo de participar ou não deverá partir dele. Além de forçar um bom clima e evitar tocar no assunto. Para muitos, conversar sobre pode ser aliviador.

Fonte: Você S/A

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Quais são as dicas de Bill Gates para que as pessoas tenham mais empatia? https://blog.bizut.com.br/quais-as-dicas-de-bill-gates-para-que-as-pessoas-tenham-mais-empatia/ https://blog.bizut.com.br/quais-as-dicas-de-bill-gates-para-que-as-pessoas-tenham-mais-empatia/#respond Fri, 13 Nov 2020 13:00:00 +0000 http://blog.bizut.com.br/?p=3075 Bill Gates, fundador da Microsoft, levanta a bandeira de que todos nós precisamos trabalhar constantemente em nos tornarmos pessoas empáticas e compreensíveis ao próximo. Em entrevista ao programa State Of Inspirantion, ele deu algumas dicas e sugestões de como realizar isso.

Em primeiro, ele levanta a importância de conhecer, pessoalmente, pessoas e realidades completamente opostas às suas. É importante reconhecer outras vidas, outras rotinas, outras realidades. Ver com os próprios olhos ao sair de uma zona de conforto e conhecer algo totalmente oposto à sua vivencia.

Ele também sugere a leitura como uma boa prática para essa finalidade. Ainda na entrevista, ele fala que essa é uma forma dos líderes de empresas expandirem seus respectivos círculos e obterem mais solidez ao conversarem com pessoas de diferentes origens. “Eu estava lendo The New Jim Crow, que foi muito forte e eloquente”. Esse livro mencionado por ele levanta a pauta da disparidades raciais no sistema judiciário americano.

Outro livro indicado por Gates é o Evicted, escrito por Matthew Desmond. A história do mesmo retrata famílias que lutavam para pagar o aluguel de suas casas, durante a crise de 2008. O que aprendemos com esses pontos levantados pelo empresário é que para compreender o próximo, precisamos nos colocar em seu lugar. Reconhecer nossos privilégios e sair dessa zona de conforto é essencial para entendermos a dor de um terceiro.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

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Treinamentos fora do horário de expediente e hora extra. Como funciona? https://blog.bizut.com.br/treinamentos-fora-do-horario-de-expediente-e-hora-extra-como-funciona/ https://blog.bizut.com.br/treinamentos-fora-do-horario-de-expediente-e-hora-extra-como-funciona/#respond Mon, 09 Nov 2020 17:05:12 +0000 http://blog.bizut.com.br/?p=3067 Você já parou para pensar em como fica a relação da contabilização da hora extra no caso de treinamentos fora do horário de expediente do colaborador? Afinal, essa atividade que não é um trabalho efetivo de fato, mas sim uma capacitação e desenvolvimento, deve ser contada como horas extras, ou não?

No artigo 4º da CLT, é considerado tempo efetivo qualquer período em que o colaborador está executando ou recebendo ordens, e não apenas realizando suas funções de trabalho. Dito isso, uma vez que a presença do funcionário no treinamento é uma participação obrigatória e seja após o seu horário de trabalho, a mesma deverá entrar sim no banco de horas.

O motivo é o seguinte: uma vez que o treinamento tem como finalidade desenvolver e aprimorar o trabalho do funcionário para trazer mais lucro à empresa, entende-se que ele esta à disposição do colaborador.

O pagamento de horas extras não é obrigatório nos casos em que o treinamento não é obrigatório e o funcionário não precise participar, caso não deseje. Por isso, a empresa precisa ser clara com a obrigatoriedade, se há ou não.

Além disso, também tem a questão de reuniões realizadas fora do horário da jornada de trabalho. Nesse caso também há a necessidade de ser contabilizado as horas extras.

Fonte: Você S/A

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65% dos profissionais de RH acham difícil demitir à distância https://blog.bizut.com.br/65-dos-profissionais-de-rh-acham-dificil-demitir-a-distancia/ https://blog.bizut.com.br/65-dos-profissionais-de-rh-acham-dificil-demitir-a-distancia/#respond Wed, 04 Nov 2020 17:26:53 +0000 http://blog.bizut.com.br/?p=3064 Com o trabalho remoto que surgiu como uma solução às empresas nesse período de pandemia que vivemos, as tarefas de rotina das mesmas passaram a ser realizadas virtualmente, como o caso das admissões e demissões.

O Creditas, plataforma de credito online, realizou uma pesquisa para verificar como fica a relação com as demissões neste período de trabalho à distância. 285 profissionais de RH que trabalham em empresas com mais de 100 funcionários foram avaliados na pesquisa, que nos revela os seguintes dados:

65%

Dos entrevistados afirmam que desligar um funcionário de forma remota, é muito mais difícil do que o realizar presencialmente, como o usual.

58%

Acreditam que analisar a folha de ponto, ou seja, confirmar as horas de fato trabalhadas, é um desafio de hoje e do futuro.

57%

Não veem dificuldade ou complexidade no ato de contratar de forma remota, além de 70% que acreditam que o recrutamento seguirá de forma virtual nos próximos anos.

Além desses números, a pesquisa também aponta que 26% não estavam preparados para esse modelo de trabalho, e 49% não possuíam uma política de Home Office anteriormente e com isso não podiam trabalhar em casa.

Fonte: Você S/A

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A reinvenção do RH e das lideranças impulsionada pela pandemia https://blog.bizut.com.br/a-reinvencao-do-rh-e-das-liderancas-impulsionada-pela-pandemia/ https://blog.bizut.com.br/a-reinvencao-do-rh-e-das-liderancas-impulsionada-pela-pandemia/#respond Thu, 29 Oct 2020 13:21:00 +0000 http://blog.bizut.com.br/?p=3054 Segundo pesquisa do IBM, a pandemia aumentou expectativa dos funcionários quanto aos seus empregadores. Essa pesquisa também aponta que menos de 4 em 10 executivos de RH acreditam ter as habilidades necessárias para atingir sua estratégia empresarial.

Antes da pandemia, em 2018, outra pesquisa da IBM indicava em nos próximos três anos, haveria uma necessidade de novos treinamentos e qualificações à profissionais da área por conta de automação e Inteligência Artificial. Com a aceleração que a pandemia proporciona, esses profissionais relatam que não ter habilidades adequadas é o que mais dificulta o progresso.

74%

Dos executivos entrevistados na pesquisa, acreditam que os empregadores estão os ajudando a aprender todas as habilidades necessárias para trabalhar de forma eficiente e eficaz neste novo cenário.

80%

Dos entrevistados confirmam que sua empresa está dando suporte a saúde emocional e saúde física.

Inteligência Artificial

6 em 10 empresas de alto desempenho usam IA e analytics para suas tomadas de decisão referente à recrutamento. Essas empresas de alto desempenho pesquisadas, também estão buscando IA para identificar habilidades comportamentais dos candidatos.

No relatório da pesquisa em questão, é observado que 2/3 dos entrevistados acreditam que metodologias agéis são fundamentais para o RH do futuro, porém, ainda há escassez de profissionais com treinamento em Metodologia Ágil e Design Thinking.

Fonte: Cio

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